“Um homem inteligente falando das mulheres (Muito bom!) Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Flores também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores, murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade. Respeite a natureza. Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia. Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda. Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo. É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay. Só tem mulher quem pode!”
Luiz Fernando Veríssimo
"Eu sou aquela mulher há quem o tempo muito ensinou. Ensinou a amar a vida e não desistir da luta, recomeçar na derrota, renunciar a palavras e pensamentos negativos. Acreditar nos valores humanos e ser otimista."
Cora Coralina
Ser mulher... É viver mil vezes em apenas uma vida. É lutar por causas perdidas e sempre sair vencedora. É estar antes do ontem e depois do amanhã. É desconhecer a palavra recompensa apesar dos seus atos. Ser mulher... É caminhar na dúvida cheia de certezas. É correr atrás das nuvens num dia de sol. É alcançar o sol num dia de chuva. Ser mulher... É chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza. É acreditar quando ninguém mais acredita.É cancelar sonhos em prol de terceiros. É esperar quando ninguém mais espera. Ser mulher... É identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa. É ser enganada, e sempre dar mais uma chance. É cair no fundo do poço, e emergir sem ajuda. Ser mulher... É estar em mil lugares de uma só vez. É fazer mil papeis ao mesmo tempo. É ser forte e fingir que é frágil... Pra ter um carinho. Ser mulher... É se perder em palavras e depois perceber que se encontrou nelas. É distribuir emoções que nem sempre são captadas. Ser mulher... É comprar, emprestar, alugar, vender sentimentos, mas jamais dever. É construir castelos na areia, vê-los desmoronados pelas águas. E ainda assim amá-los. Ser mulher... É saber dar o perdão... É tentar recuperar o irrecuperável. É entender o que ninguém mais conseguiu desvendar. Ser mulher... É estender a mão a quem ainda não pediu. É doar o que ainda não foi solicitado. Ser mulher... É não ter vergonha de chorar por amor. É saber a hora certa do fim. É esperar sempre por um recomeço. Ser mulher... É ter a arrogância de viver apesar dos dissabores, das desilusões, das traições e das decepções. Ser mulher... É ser mãe dos seus filhos... Dos filhos de outros. É amá-los igualmente.
Ser mulher... É ter confiança no amanhã e aceitação pelo ontem. É desbravar caminhos difíceis em instantes inoportunos. E fincar a bandeira da conquista. Ser mulher... É entender as fases da lua por ter suas próprias fases. É ser "nova" quando o coração está à espera do amor. Ser "crescente" quando o coração está se enchendo de amor. Ser "cheia" quando ele já está transbordando de tanto amor. E ser "minguante" quando esse amor vai embora. Ser mulher... É hospedar dentro de si o sentimento do perdão. É voltar no tempo todos os dias e viver por poucos instantes. Coisas que nunca ficarão esquecidas. Ser mulher... É cicatrizar feridas de outros e inúmeras vezes deixar. As suas próprias feridas sangrando. Ser mulher... É ser princesa aos 20... Rainha aos 30... Imperatriz aos 40 e... "Especial" a vida toda. Ser mulher... É conseguir encontrar uma flor no deserto. Água na seca... Labaredas no mar. Ser mulher... É chorar calada as dores do mundo e Em apenas um segundo, já estar sorrindo. Ser mulher... É subir degraus e se os tiver que descer não precisar de ajuda. É tropeçar, cair e voltar a andar. Ser mulher... É saber ser super-homem quando o sol nasce. E virar cinderela quando a noite chega. Ser mulher... É ter sido escolhida por Deus para colocar no mundo os homens.
Ser mulher... É acima de tudo um estado de espírito. É uma dádiva... É ter dentro de si um tesouro escondido E ainda assim dividi-lo com o mundo!
Silvana Duboc
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Mulheres que Fizeram História
MALALA YOUSAFZAI
Adolescente paquistanesa que sofreu uma tentativa de homicídio, em um ataque ao ônibus escolar no qual ia ao colégio, no Vale do Swat (noroeste do Paquistão). Os talibãs queriam puni-la por seu engajamento em favor do direito das jovens de frequentar a escola. A bala que atingiu o pescoço e a cabeça de Malala no dia 9 de outubro de 2012, podia ter calado para sempre a jovem que só queria ir á escola. “Eles pensavam que as balas iam nos silenciar, mas enganaram-se. E desse silêncio nasceram milhares de vozes” disse a jovem em uma entrevista a BBC. Antes de quase morrer, Malala já lutava. Luta desde que nasceu. Momentos depois do parto, ninguém deu os parabéns à família. Antes condolências. Afinal, era uma menina que nascia. Aos 11 anos, já dava entrevistas à televisão paquistanesa sobre a importância da educação. Em 2009, saltou a fronteira e começou a escrever um blogue na BBC - sob anonimato - onde relatava o que se estava a passar no Paquistão sob o domínio talibã. Então, os talibãs tentaram silenciá-la. Quando tomou consciência de que tinha sobrevivido, primeiro, agradeceu a Deus, depois, decidiu que tinha uma missão. Muitas cirurgias e cuidados intensivos depois, num hospital inglês, a ativista que nunca tinha saído da sua aldeia foi ouvida na Organização das Nações Unidas no dia em que completou 16 anos. E numa entrevista à BBC e em programas de televisão e na Imprensa e no Mundo. A coragem de Malala levou a ONU a criar um programa global de educação para meninas chamado "I am Malala" ("Eu sou Malala"), o nome que a jovem também elegeu para a sua autobiografia, uma história de 16 anos de vida. Este ano, foi ainda criado o Fundo Malala com o objetivo de angariar apoios para apoiar a educação de meninas em todo o Mundo.
Referências: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=3469067
A EDUCAÇÃO É OU NÃO UMA ARMA PODEROSA?
Atualmente Malala é o maior símbolo de coragem e de engajamento em prol da educação. Mesmo ciente do perigo de morte que ela corria, não desistiu. Continuou a insistir que a educação é o melhor caminho para o desenvolvimento humano e a sua valorização como mulher. Por sua insistência em adquirir mais conhecimentos levou um tiro na cabeça e continuou insistir, sobreviveu. Mesmo diante de tamanha brutalidade ela não se calou. Essa jovem conseguiu expor ao mundo sua história e o terrorrismo que assola o seu país, as leis impostas pelo Talibã, à opressão que as mulheres sofrem entre elas o decreto que as proibiam de ir à escola e a violência. Com 16 anos foi a mais jovem indicada ao Nobel da Paz, recebeu o Prêmio Sakharov que é consedido anualmente a um defensor dos direitos humanos e da democrâcia. A ONU criou um programa global que recebeu o nome “Eu sou Malala”, com o entuito de angariar fundos para educação de meninas em todo mundo. Hoje ela é a inspiração que está fazendo com que outras meninas de seu país tenham coragem e voltem a estudar. Conseguiu que a sua voz fosse ouvida pelo mundo todo e a realizar o seu desejo de continuar a frequentar a escola, provando que a educação é capaz de transpor barreiras. Em um de seus discursos Malala disse: "Mas as brigas entre países devem basear-se em quantas crianças educadas cada nação tem, qual é seu nível de alfabetização. Temos que mudar a ideologia e dizer para as pessoas onde está o verdadeiro poder".
GRANDES MULHERES DA HISTÓRIA
Maria Montessori primeira mulher a se formar em medicina na Universidade de Roma.
Maria Montessori nasceu em 1870, em Chiaravalle, no norte da Itália, filha única de um casal de classe média. Desde pequena se interessou pelas ciências e decidiu enfrentar a resistência do pai e de todos à sua volta para estudar medicina na Universidade de Roma. Direcionou a carreira para a psiquiatria e logo se interessou por crianças com retardo mental, o que mudaria sua vida e a história da educação. Foi uma pedagoga que renovou o ensino, desenvolvendo um peculiar método que ficou mundialmente conhecido como método Montessori. Este método foi aplicado, inicialmente, nas escolas primárias italianas e depois ganhou o mundo. O método Montessori, dirigido especialmente às crianças do período pré-escolar, é baseado no estímulo da iniciativa e capacidade de resposta da criança, através do uso do material didático especialmente desenhado. O método propõe uma enorme diversificação das tarefas e a máxima liberdade possível, de tal maneira que a criança aprendia por si mesmo e seguindo o ritmo de suas próprias descobertas.
Pequeno resumo da vida da mulher que mudou o modo e a visão de como educar uma criança.
Aprender, ensinar e cooperar.
“Nada na vida é para ser temido. É tudo para ser somente entendido” (Marie Curie)
Marie Curie (1867 - 1934), prêmio Nobel em física e química.
Marie Curie foi à primeira mulher a ganhar um prêmio Nobel em duas áreas. Ela participou de uma pesquisa que descobriu dois elementos (o rádio e o polônio), criou o termo 'radioatividade' e foi uma das primeiras a sugerir o uso de radiação para tratar o câncer. Curie ajudou a inaugurar a era atômica e a revolucionar a química, a física e a medicina. Tudo isso foi feito por ela em um período em que as mulheres enfrentavam muito preconceito e as universidades eram de domínio masculino.
Rosa Parks (1913 - 2005), ativista dos direitos civis dos afros americanos.
Em 1955, a costureira Rosa Parks recusou-se a ceder seu lugar no ônibus para que um homem branco sentasse. Ela foi presa e condenada por violar as leis de segregação impostas nos Estados Unidos. Sua prisão provocou boicotes em ônibus de Montgomery e ajudou a
aumentar a visibilidade do movimento liderado por Martin Luther King Jr., dando início a uma era revolucionária de protestos de massa em apoio aos direitos civis nos EUA.
Evita Peron, política: Marcada por uma infância no campo e filha não reconhecida, Eva (1919-1952) trabalhou como atriz, modelo e locutora. Casou-se com o presidente argentino Peron e se engajou na luta pelos direitos dos trabalhadores e da mulher.
Dilma Rousseff primeira mulher eleita e atual presidenta do Brasil.
Dilma Rousseff venceu as eleições presidenciais de 2010, no segundo turno, com 56,05% dos votos válidos (derrotou o candidato José Serra, que obteve 43,95% dos votos válidos), tornando-se a primeira mulher na presidência da República Federativa do Brasil. Ao tomar posse, no dia 1º de janeiro de 2011, discursando no Congresso Nacional, Dilma afirmou:
“Meu compromisso supremo [...] é honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar
para todos! [...] A luta mais obstinada do meu governo será pela erradicação da pobreza extrema e a criação de oportunidades para todos”.
Referências: http://educacao.uol.com.br/biografias/dilma-rousseff.jhtm
Referências: http://www.infoescola.com/biografias/maria-montessori http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/maria-montessori-307444.shtml
Adolescente paquistanesa que sofreu uma tentativa de homicídio, em um ataque ao ônibus escolar no qual ia ao colégio, no Vale do Swat (noroeste do Paquistão). Os talibãs queriam puni-la por seu engajamento em favor do direito das jovens de frequentar a escola. A bala que atingiu o pescoço e a cabeça de Malala no dia 9 de outubro de 2012, podia ter calado para sempre a jovem que só queria ir á escola. “Eles pensavam que as balas iam nos silenciar, mas enganaram-se. E desse silêncio nasceram milhares de vozes” disse a jovem em uma entrevista a BBC. Antes de quase morrer, Malala já lutava. Luta desde que nasceu. Momentos depois do parto, ninguém deu os parabéns à família. Antes condolências. Afinal, era uma menina que nascia. Aos 11 anos, já dava entrevistas à televisão paquistanesa sobre a importância da educação. Em 2009, saltou a fronteira e começou a escrever um blogue na BBC - sob anonimato - onde relatava o que se estava a passar no Paquistão sob o domínio talibã. Então, os talibãs tentaram silenciá-la. Quando tomou consciência de que tinha sobrevivido, primeiro, agradeceu a Deus, depois, decidiu que tinha uma missão. Muitas cirurgias e cuidados intensivos depois, num hospital inglês, a ativista que nunca tinha saído da sua aldeia foi ouvida na Organização das Nações Unidas no dia em que completou 16 anos. E numa entrevista à BBC e em programas de televisão e na Imprensa e no Mundo. A coragem de Malala levou a ONU a criar um programa global de educação para meninas chamado "I am Malala" ("Eu sou Malala"), o nome que a jovem também elegeu para a sua autobiografia, uma história de 16 anos de vida. Este ano, foi ainda criado o Fundo Malala com o objetivo de angariar apoios para apoiar a educação de meninas em todo o Mundo.
Referências: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=3469067
A EDUCAÇÃO É OU NÃO UMA ARMA PODEROSA?
Atualmente Malala é o maior símbolo de coragem e de engajamento em prol da educação. Mesmo ciente do perigo de morte que ela corria, não desistiu. Continuou a insistir que a educação é o melhor caminho para o desenvolvimento humano e a sua valorização como mulher. Por sua insistência em adquirir mais conhecimentos levou um tiro na cabeça e continuou insistir, sobreviveu. Mesmo diante de tamanha brutalidade ela não se calou. Essa jovem conseguiu expor ao mundo sua história e o terrorrismo que assola o seu país, as leis impostas pelo Talibã, à opressão que as mulheres sofrem entre elas o decreto que as proibiam de ir à escola e a violência. Com 16 anos foi a mais jovem indicada ao Nobel da Paz, recebeu o Prêmio Sakharov que é consedido anualmente a um defensor dos direitos humanos e da democrâcia. A ONU criou um programa global que recebeu o nome “Eu sou Malala”, com o entuito de angariar fundos para educação de meninas em todo mundo. Hoje ela é a inspiração que está fazendo com que outras meninas de seu país tenham coragem e voltem a estudar. Conseguiu que a sua voz fosse ouvida pelo mundo todo e a realizar o seu desejo de continuar a frequentar a escola, provando que a educação é capaz de transpor barreiras. Em um de seus discursos Malala disse: "Mas as brigas entre países devem basear-se em quantas crianças educadas cada nação tem, qual é seu nível de alfabetização. Temos que mudar a ideologia e dizer para as pessoas onde está o verdadeiro poder".
GRANDES MULHERES DA HISTÓRIA
Maria Montessori primeira mulher a se formar em medicina na Universidade de Roma.
Maria Montessori nasceu em 1870, em Chiaravalle, no norte da Itália, filha única de um casal de classe média. Desde pequena se interessou pelas ciências e decidiu enfrentar a resistência do pai e de todos à sua volta para estudar medicina na Universidade de Roma. Direcionou a carreira para a psiquiatria e logo se interessou por crianças com retardo mental, o que mudaria sua vida e a história da educação. Foi uma pedagoga que renovou o ensino, desenvolvendo um peculiar método que ficou mundialmente conhecido como método Montessori. Este método foi aplicado, inicialmente, nas escolas primárias italianas e depois ganhou o mundo. O método Montessori, dirigido especialmente às crianças do período pré-escolar, é baseado no estímulo da iniciativa e capacidade de resposta da criança, através do uso do material didático especialmente desenhado. O método propõe uma enorme diversificação das tarefas e a máxima liberdade possível, de tal maneira que a criança aprendia por si mesmo e seguindo o ritmo de suas próprias descobertas.
Pequeno resumo da vida da mulher que mudou o modo e a visão de como educar uma criança.
Aprender, ensinar e cooperar.
“Nada na vida é para ser temido. É tudo para ser somente entendido” (Marie Curie)
Marie Curie (1867 - 1934), prêmio Nobel em física e química.
Marie Curie foi à primeira mulher a ganhar um prêmio Nobel em duas áreas. Ela participou de uma pesquisa que descobriu dois elementos (o rádio e o polônio), criou o termo 'radioatividade' e foi uma das primeiras a sugerir o uso de radiação para tratar o câncer. Curie ajudou a inaugurar a era atômica e a revolucionar a química, a física e a medicina. Tudo isso foi feito por ela em um período em que as mulheres enfrentavam muito preconceito e as universidades eram de domínio masculino.
Rosa Parks (1913 - 2005), ativista dos direitos civis dos afros americanos.
Em 1955, a costureira Rosa Parks recusou-se a ceder seu lugar no ônibus para que um homem branco sentasse. Ela foi presa e condenada por violar as leis de segregação impostas nos Estados Unidos. Sua prisão provocou boicotes em ônibus de Montgomery e ajudou a
aumentar a visibilidade do movimento liderado por Martin Luther King Jr., dando início a uma era revolucionária de protestos de massa em apoio aos direitos civis nos EUA.
Evita Peron, política: Marcada por uma infância no campo e filha não reconhecida, Eva (1919-1952) trabalhou como atriz, modelo e locutora. Casou-se com o presidente argentino Peron e se engajou na luta pelos direitos dos trabalhadores e da mulher.
Dilma Rousseff primeira mulher eleita e atual presidenta do Brasil.
Dilma Rousseff venceu as eleições presidenciais de 2010, no segundo turno, com 56,05% dos votos válidos (derrotou o candidato José Serra, que obteve 43,95% dos votos válidos), tornando-se a primeira mulher na presidência da República Federativa do Brasil. Ao tomar posse, no dia 1º de janeiro de 2011, discursando no Congresso Nacional, Dilma afirmou:
“Meu compromisso supremo [...] é honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar
para todos! [...] A luta mais obstinada do meu governo será pela erradicação da pobreza extrema e a criação de oportunidades para todos”.
Referências: http://educacao.uol.com.br/biografias/dilma-rousseff.jhtm
Referências: http://www.infoescola.com/biografias/maria-montessori http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/maria-montessori-307444.shtml
Paulo Freire (1921-1997)
Ele foi o mais célebre educador brasileiro, com atuação e reconhecimento internacionais. Conhecido principalmente pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, ele desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político. Para Freire, o objetivo maior da educação é conscientizar o aluno. Isso significa, em relação às parcelas desfavorecidas da sociedade, levá-las a entender sua situação de oprimidas e agir em favor da própria libertação. Freire entedia que a educação deveria se dar num processo dialógico que possibilitasse o desenvolvimento da consciência crítica para a formação da personalidade democrática O mais importante no processo ensino aprendizagem, segundo Paulo Freire, é conduzir o aluno a perceber e ler o mundo que o cerca. Para ele, só se conquista o saber se aprendermos a analisar o mundo em nossa volta de tal maneira que possamos estar promovendo, de modo crítico e produtivo, constantes interferências cotidianas. Para tanto, Freire sugere a utilização de temas geradores que fazem parte da realidade do aluno. A partir da escolha, deve-se instigar o aluno á análise e reflexão críticas do impacto, desse tema, na vida dele e de sua sociedade. Sua prática didática fundamentava-se na crença de que o estudante assimilaria o objeto de análise fazendo ele próprio o caminho, e não seguindo um já previamente construído. O principal livro de Freire se intitula justamente Pedagogia do Oprimido e os conceitos nele contidos baseiam boa parte do conjunto de sua obra.
"Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso. Eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade". (Paulo Freire)
Biografia de Paulo Freire
Referências:
http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/mentor-educacao-consciencia-423220.shtml
"Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso. Eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade". (Paulo Freire)
Biografia de Paulo Freire
Referências:
http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/mentor-educacao-consciencia-423220.shtml
Jean Piaget (1896-1980)
Considerado dentro dos autores da psicologia como um dos mais importantes e teve grande influência nos estudos da psicologia da inteligência durante o século XX, tendo suas teorias influenciado as práticas pedagógicas no mundo todo. As suas pesquisas sobre questões epistemológicas, levou a elaboração da psicologia genética, que investiga a gênese do desenvolvimento cognitivo, uma nova concepção chamada de Teoria Cognitiva, a qual relata que as crianças não raciocinam como os adultos e que passam por etapas de desenvolvimento por toda vida, que vão inserindo gradualmente regras e valores. Convém esclarecer que as teorias de Piaget têm comprovação em bases científicas. Ou seja, ele não somente descreveu o processo de desenvolvimento da inteligência, mas experimentalmente comprovou suas teses baseando-se na observação cuidadosa dos seus filhos e também de muitas outras crianças. Segundo o autor, a teoria cognitiva é dividida em quatro etapas, ou estágios de desenvolvimento cognitivo no ser humano, sendo elas, sensório-motor, pré-operatório, operações concretas e estágio das operações formais. As teorias de Piaget tiveram muitos impactos na educação, pois mudaram o modo de como os educadores viam a criança, que acreditavam que ela era um adulto em miniatura e aprendiam do mesmo modo, hoje já se sabe que a construção do ser humano é um processo que vai acontecendo ao longo da vida da criança. A teoria piagetiana permite uma compreensão biológica e psicológica da evolução mental das crianças, levando-nos a conhecê-los para melhor ensiná-los e também, direcionar os conhecimentos apropriados respeitando o nível em que se encontram, ou seja, a compreensão desse processo ajuda o pedagogo a identificar em que
estágio o aluno pode assimilar determinada informação – por exemplo, aprender multiplicar – e acomodá-la em novas formas de organização do conhecimento. Algumas escolas planejam as suas atividades de acordo com os estágios de desenvolvimento cognitivo, então as teorias de Piaget são utilizadas até hoje para auxiliar o professor no processo de ensino.
“O principal objetivo da Educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que as outras gerações fizeram.” (Jean Piaget)
Educação - Vídeo Jean Piaget
Fases do Desenvolvimento - Vídeo Jean Piaget
Referências:
http://www.slideshare.net/manoelasaqua/desenvolvimento-cognitivo-piaget
http://www.infoescola.com/educacao/teoria-cognitiva
estágio o aluno pode assimilar determinada informação – por exemplo, aprender multiplicar – e acomodá-la em novas formas de organização do conhecimento. Algumas escolas planejam as suas atividades de acordo com os estágios de desenvolvimento cognitivo, então as teorias de Piaget são utilizadas até hoje para auxiliar o professor no processo de ensino.
“O principal objetivo da Educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que as outras gerações fizeram.” (Jean Piaget)
Educação - Vídeo Jean Piaget
Fases do Desenvolvimento - Vídeo Jean Piaget
Referências:
http://www.slideshare.net/manoelasaqua/desenvolvimento-cognitivo-piaget
http://www.infoescola.com/educacao/teoria-cognitiva
Anísio Teixeira
Considerado o principal idealizador das grandes mudanças que marcaram a educação brasileira no século 20, Anísio Teixeira foi pioneiro na implantação de escolas públicas de todos os níveis, que refletiam seu objetivo de oferecer educação gratuita para todos. Para Anísio Educação é um direito e, portanto não pode continuar como privilégio da elite. Como teórico da educação, Anísio não se preocupava em defender apenas suas ideias. Muitas delas eram inspiradas na filosofia de John Dewey (1852-1952), de quem foi aluno ao fazer um curso de pós-graduação nos Estados Unidos.
O fato é que John Dewey impregnou a Filosofia da Educação e a prática da educação nos Estados Unidos de um sentido construtivo que fez com que seus discípulos fossem os rebeldes da educação (...). Comunidades em crise, comunidades que haviam esgotado sua capacidade de crescimento econômico, encontraram na educação a espinha dorsal de sua recuperação econômica, social e cultural. Isso mostra uma tese que os sociólogos sempre defenderam: a da interação dialética que existe entre educação e mudança social. A educação não é só produto de mudança, ela gera mudança. Ela não é só produto da revolução social. E Anísio sentia atração pela filosofia de Dewey provavelmente porque sabia que no Brasil era através da educação que nós deveríamos realizar a nossa revolução nacional (Brasília, 2002, p. 53).
Anísio Teixeira tornou-se Secretário da Educação do Rio de Janeiro em 1931 e realizou uma ampla reforma na rede de ensino, integrando o ensino da escola primária à universidade. Em 1935, criou a Universidade do Distrito Federal, no Rio de Janeiro. Em 1950 criou o Instituto Educacional Carneiro Ribeiro, conhecida como Escola parque na Bahia que instituía a educação integral para as crianças de forma nuclear, atendendo as crianças pobres da região. Oferecia não somente isso, mas várias possibilidades de acesso à arte, educação física, oficinas etc. A Escola Parque também abrigava muitas crianças que não tinham onde morar, tornando possível a vivência de fato da escola. O projeto influenciou outras instituições de ensino em tempo integral que deu muitos frutos, tendo inclusive, recebido financiamento da United Nations Educational, Scientific and Cutural Organization (UNESCO). Em fins dos anos 1950, Anísio Teixeira participou dos debates para a implantação da Lei Nacional de Diretrizes e Bases, sempre como árduo defensor da educação pública. Ao lado de Darcy Ribeiro, Anísio Teixeira foi um dos fundadores da Universidade de Brasília, da qual se tornou reitor em 1963. Anísio deixou um legado rico para a educação nacional, pensamentos e reflexões pertinentes aos dias atuais, os quais têm influenciado as decisões na educação de forma explícita ou intrinsecamente, entre as suas principais obras estão o livro Educação Não É Privilégio.
“Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra.” (Anísio Teixeira)
Educação Não é Privilégio
Referências: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/anisio-teixeira-306977.shtml
O fato é que John Dewey impregnou a Filosofia da Educação e a prática da educação nos Estados Unidos de um sentido construtivo que fez com que seus discípulos fossem os rebeldes da educação (...). Comunidades em crise, comunidades que haviam esgotado sua capacidade de crescimento econômico, encontraram na educação a espinha dorsal de sua recuperação econômica, social e cultural. Isso mostra uma tese que os sociólogos sempre defenderam: a da interação dialética que existe entre educação e mudança social. A educação não é só produto de mudança, ela gera mudança. Ela não é só produto da revolução social. E Anísio sentia atração pela filosofia de Dewey provavelmente porque sabia que no Brasil era através da educação que nós deveríamos realizar a nossa revolução nacional (Brasília, 2002, p. 53).
Anísio Teixeira tornou-se Secretário da Educação do Rio de Janeiro em 1931 e realizou uma ampla reforma na rede de ensino, integrando o ensino da escola primária à universidade. Em 1935, criou a Universidade do Distrito Federal, no Rio de Janeiro. Em 1950 criou o Instituto Educacional Carneiro Ribeiro, conhecida como Escola parque na Bahia que instituía a educação integral para as crianças de forma nuclear, atendendo as crianças pobres da região. Oferecia não somente isso, mas várias possibilidades de acesso à arte, educação física, oficinas etc. A Escola Parque também abrigava muitas crianças que não tinham onde morar, tornando possível a vivência de fato da escola. O projeto influenciou outras instituições de ensino em tempo integral que deu muitos frutos, tendo inclusive, recebido financiamento da United Nations Educational, Scientific and Cutural Organization (UNESCO). Em fins dos anos 1950, Anísio Teixeira participou dos debates para a implantação da Lei Nacional de Diretrizes e Bases, sempre como árduo defensor da educação pública. Ao lado de Darcy Ribeiro, Anísio Teixeira foi um dos fundadores da Universidade de Brasília, da qual se tornou reitor em 1963. Anísio deixou um legado rico para a educação nacional, pensamentos e reflexões pertinentes aos dias atuais, os quais têm influenciado as decisões na educação de forma explícita ou intrinsecamente, entre as suas principais obras estão o livro Educação Não É Privilégio.
“Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra.” (Anísio Teixeira)
Educação Não é Privilégio
Referências: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/anisio-teixeira-306977.shtml
Assinar:
Comentários (Atom)


.jpg)
.jpg)
.jpg)

.jpg)
